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dc.creatorMoura, Valdirspa
dc.creatorAndrade Barancelli, Ângelospa
dc.creatordos Anjos de Souza, Ranielispa
dc.creatorGomes de Souza, Fernandospa
dc.creatorVagner Silva, Joséspa
dc.creatorAdriani Johann, Jerryspa
dc.date2019-08-15
dc.date.accessioned2019-09-19T21:50:26Z
dc.date.available2019-09-19T21:50:26Z
dc.identifierhttps://revistas.udistrital.edu.co/index.php/UDGeo/article/view/15228
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11349/21295
dc.descriptionThe settlement policies imposed by the government, together with the expansion of road networks, have fostered deforestation in the Amazon region. The creation of conservation units was one of the strategies found by the Brazilian government as a way to contain the advance of deforestation. Based on this, the present work aims to evaluate the dynamics of deforestation in the Bom Futuro National Forest as of the decree year of this conservation unit (1988), encompassing the original boundaries and the new delimitation imposed by the government as a way to minimize the anthropic pressures on this unit. The most intense anthropic occupations in the conservation unit occurred in 1997, with the peak of deforestation between 2003 and 2006. In 2009, deforested areas accounted for approximately 24.21% of the entire area of Flona, of which 21.29% in areas of permanent preservation (APP). Population growth, agricultural expansion, lack of a management plan and neglect of the federal government were the main factors responsible for the depletion of the Bom Futuro National Forest.en-US
dc.descriptionAs políticas de assentamento impostas pelo governo, somadas à expansão das malhas rodoviárias, fomentaram o desmatamento na região amazônica. A criação de unidades de conservação foi uma das estratégias encontradas pelo governo brasileiro como forma de conter o avanço do desmatamento. Com base nisto, o presente trabalho tem como objetivo avaliar a dinâmica do desmatamento na Floresta Nacional do Bom Futuro a partir do ano de decreto desta unidade de conservação (1988), englobando os limites originais e a nova delimitação imposta pelo governo como forma de minimizar as pressões antrópicas advindas sobre esta unidade. As ocupações antrópicas mais intensas na unidade de conservação ocorreram a partir de 1997, tendo o auge do seu desflorestamento entre 2003 e 2006. Em 2009 as áreas desmatadas atingiam cerca 24,21% de toda a extensão da Flona, sendo destes 21,29% em áreas de preservação permanente (APP). O crescimento populacional, a expansão da agropecuária, a inexistência de um plano de manejo e o descaso do governo federal foram os principais fatores responsáveis pela descaracterização da Floresta Nacional do Bom Futuro.es-ES
dc.formatapplication/pdf
dc.languagespa
dc.publisherUniversidad Distrital Francisco José de Caldases-ES
dc.relationhttps://revistas.udistrital.edu.co/index.php/UDGeo/article/view/15228/15112
dc.rightsDerechos de autor 2019 UD y la geomáticaes-ES
dc.sourceUD y la geomática; Núm. 13 (2018)es-ES
dc.source2344-8407
dc.source2011-4990
dc.titleAnálise multitemporal do desmatamento na floresta nacional do bom futuro, Rondônia, Brasiles-ES
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion


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